quinta-feira, 18 de junho de 2009

Killzone 2

KillZone 2

Esse jogo eu ja joguei eu axo um puta jogo bem loko e com alta qualidae de graficos muito bom mesmo

Em meados de 2004 saiu o primeiro "Killzone", grande aposta da Sony para bater de frente com o emergente fenômeno da Microsoft que se prenunciava: "Halo". O título produzido pelo estúdio Guerrilla Games era chamado de "Halo Killer" (matador de Halo) tamanha a expectativa e confiança - sentimentos fadados a uma amarga decepção.

Ainda que seja um jogo de proporções grandiosas para o PlayStation 2, dotado de requintes pouco vistos à época, como animações elaboradas e interatividade com o cenário, problemas cruciais nos controles e falhas horríveis nos gráficos comprometeram demais a experiência, relegando o nome "Killzone" ao cesto de promessas não cumpridas.

Apenas um ano depois nova investida: um fantástico e assombroso trailer de "Killzone 2" rodando no que supostamente seria um PlayStation 3. Nada de CGs, filmes feitos em computador, mas sim o próprio videogame rodando o jogo em tempo real. Revelou-se mais uma farsa criada pela Sony para gerar expectativa sobre o título. E conseguiu. Nos últimos quatro anos falar de "Killzone 2" é lembrar do tal trailer e questionar se a produção realmente entregaria um visual e experiência tão eletrizantes quanto prometidos.

Após toda essa espera, levemente atenuada pelo competente, mas simplório, "Killzone: Liberation" para PSP, chega a hora de botar as palavras da Sony sob prova - e comprovar que desta vez a empresa falou sério.

A guerra aperfeiçoada

"Killzone 2" é o "Gears of War" do PlayStation 3. Uma experiência de guerra brutal, intensa, frenética e marcante. O enredo dá continuidade direta às histórias dos títulos anteriores. A principal diferença fica para o fato que desta vez saímos do planeta Vekta, palco dos primeiros dois episódios e lar da Interplanetary Strategic Alliance, exército do qual o protagonista faz parte.

A batalha agora acontece em Helghan, residência dos Helghast, o exército inimigo no qual os soldados usam a característica máscara de olhos vermelhos e brilhantes.Cheio de clichês, mas vibrante e envolvente, o roteiro de "Killzone 2" dá o tom para a experiência: basicamente uma compilação aprimorada de elementos vistos nos principais games de tiro dos últimos tempos. Gears of War é a inspiração mais clara, só que momentos de "Call of Duty 4: Modern Warfare" e "Halo" ressoam a todo momento. Você faz parte de um esquadrão de quatro soldados canastrões - alguns veteranos dos Killzone anteriores - que falam palavrões o tempo todo, são sujos e curtem uma boa briga. Nada de idealismo heróico, assim como a turma do Marcus Fenix.

Controle de qualidade

Nos controles "Killzone 2" não complica e mantém a premissa de unir conceitos de sucesso dos concorrentes. Ele não inova, mas refina, por assim dizer. Por exemplo, o consagrado sistema de cobertura se faz presente de maneira muito similar - troca-se basicamente a perspectiva, que em "Killzone 2" é em primeira pessoa.

A configuração de botões remete a Halo, privilegiando o fácil acesso a ataques físicos (pouco usados, mas eficientes) e granadas (sempre úteis). Os armamentos adquiridos na epopéia em Helghan não são de todo impressionantes, optando por um design sóbrio e brutal a maluquices que tanto tem aparecido, ainda mais em títulos de ficção científica e temática espacial. Metralhadoras e pistolas aparecem em grande variedade, tal qual outros equipamentos já conhecidos: shotgun, rifle de franco-atirador, lança-foguetes. Sobram os experimentos para uma arma elétrica de munição infinita, outra que dispara balaços de imensa energia e algumas outras surpresinhas.

Vamos Ver Umas Imagens



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